Ensino de Engenharia – técnicas para otimização das aulas

Marcos T. Masetto (Organizador)

De Claudio Roberto de Freitas
Cristiana Abud da Silva Fusco
Denise Consonni
Eduardo Toledo Santos
Hernani Luiz Brinati
Janice Valia de los Santos
José Aquiles Baesso Grimoni  
Marcos T. Masetto
Osvaldo Shigueru Nakao
Raimundo Ferreira Ignácio
Rodrigo Magnabosco
Sérgio Duarte Brandi

 

As inovações tecnológicas são importantes para o desempenho de professores e estudantes no processo pedagógico?

Como professores e estudantes têm sido afetados pela necessidade de
adotarem novas atitudes relacionadas ao aprendizado?

Qualquer que seja a área educacional, é fundamental a compreensão
de que o processo de ensino deve dar mais importância ao aprendizado do
que a quem transmite o conhecimento. Quando consideramos a necessidade de um envolvimento mais significativo do corpo discente, para tornar as aulas um processo dinâmico, passamos a identificar as oportunidades didáticas para uma mudança bem-vinda.

Entretanto, em termos práticos, podemos constatar que ainda não há,
ou há pouco, aproveitamento adequado dos recursos pedagógicos que
levem o aluno a uma efetiva participação na aula.

Todo o conteúdo de Ensino de engenharia: técnicas para otimização
das aulas reflete práticas e vivências de projetos e atitudes desenvolvidas,
realizadas e avaliadas por professores e alunos. São técnicas e experiências já testadas e adaptadas, cujos resultados fizeram com que os estudantes descobrissem a importância do aprendizado colaborativo.

Com o objetivo de se obter melhores resultados em relação à aprendizagem
e ao aperfeiçoamento profissional, os autores produziram um conjunto
de textos que atende a uma demanda latente entre os professores
dos cursos de Engenharia — necessidade que tem aumentado numa área
de ensino que prima pela busca de experiências inovadoras.

Sumário

1 Técnicas diferenciadas colaboram para a aprendizagem na engenharia?
Marcos T. Masetto

    1. Vinculação das técnicas aos objetivos de aprendizagem
    2. A postura do professor na aplicação das técnicas
    3. O processo de avaliação coerente com o uso das tecnologias
    4. Encerrando esta reflexão

Referências

2 Ensino de Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
Cristiana Abud da Silva Fusco
Referências

3 O Cálculo Diferencial e Integral —  aprendizagem aplicada
     Janice Valia de los Santos
3.1 Introdução
3.2 O Cálculo como linguagem interdisciplinar
3.3 O dia-a-dia das aulas de Cálculo
3.4 A articulação entre as disciplinas do ciclo básico por meio do Cálculo: procurando eliminar as fronteiras
3.5 Exemplificando as práticas
3.5.1 Assunto: equações diferenciais ordinárias
3.6 Caminhos na aprendizagem em Engenharia
Referências

4 Como futuros engenheiros mecânicos podem aprender sobre Materiais Metálicos?
Rodrigo Magnabosco

Referências

5 Experiências em disciplinas do curso de Engenharia Elétrica, com ênfase em Energia
José Aquiles Baesso Grimoni

5.1 Atividades da disciplina Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade
5.2 Atividades da disciplina Instalações Elétricas I
5.3 A disciplina Usos de Energia Elétrica
5.4 A disciplina Tecnologia de Ensino de Engenharia
5.5 Orientação de projetos de formatura
Referências

6 Aprendendo Mecânica dos Fluidos por meio da escola da vida
Raimundo Ferreira Ignácio
Referências

7 Estratégias empregadas em uma disciplina de graduação do curso de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Escola Politécnica da USP
                     Sergio Duarte Brandi
7.1 Características da disciplina
7.2 Motivação para a mudança na metodologia da disciplina
7.3 Algumas estratégias de aula empregadas na disciplina
7.3.1 A primeira aula
7.3.2 A técnica da eliciação com música no início de cada aula
7.3.3 Atividade em pequenos grupos: a estratégia do GV-GO (grupo de   verbalização/grupo de observação)

      1. Atividade em pequenos grupos: a estratégia dos grupos de oposição
      2. Atividade em pequenos grupos: a estratégia do painel integrado com música
    1. Os tipos de avaliação empregados
    2. A última aula
    3. A avaliação global da disciplina pelos alunos
      1. Interesse pela disciplina
      2. O interesse pela disciplina teve altos e baixos ou foi mantido constante?
      3. Critério de avaliação da disciplina
      4. Diferença com outras disciplinas
      5. O que o curso acrescentou para você?
    4. Considerações finais

Referências

8 O estágio e o ensino de Engenharia
Claudio Roberto de Freitas Pacheco e Marcos T. Masetto

    1. O estágio na educação cooperativa
    2. Estrutura operacional
    3. A parceria empresarial
    4. A formalização do estágio
    5. Referências sobre cursos cooperativos
    6. Sites de escolas que oferecem cursos cooperativos

9 Como incorporar e explorar processos de avaliação em sintonia com as novas perspectivas pessoais e profissionais,  em disciplinas de um curso de Engenharia
Osvaldo Shigueru Nakao e Hernani Luiz Brinati

    1. Introdução
    2. Atividades na disciplina PNV-2100 Introdução à Engenharia
    3. A formação do cidadão
    4. A proposta de avaliação incorporada na disciplina PNV-2100
    5. Habilidades desenvolvidas
    6. Dificuldades sentidas pelos alunos
    7. Conclusões

Referências

10 O  uso da tecnologia da informação para melhoria da eficiência instrucional: o caso das disciplinas de Desenho
Eduardo Toledo Santos

    1. Introdução
    2. Gabaritos eletrônicos
    3. Modelos 3D interativos
    4. Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo Didático (LCMS)
    5. Desenhando on line
    6. Conclusões

Referências

11 Práticas de eletricidade e eletrônica: motivando alunos do 2  ano do curso de Engenharia Elétrica para as atividades relacionadas com sua profissão
Denise Consonni

    1. Objetivos
    2. Metodologia
    3. Destaques sobre a disciplina
    4. Avaliação

Referências

 

 

 

Título: Ensino de Engenharia – Técnicas para Otimização das Aulas
Quantidade de Páginas:
208
Preço:
R$ 60,00
Formato:
16 x 23 cm
ISBN:
978-85-89311-44-1

Todos os direitos reservados © Editora Avercamp Design e Desenvolvimento: www.lummi.com.br Política de Privacidade